Fobia Social | Terapia cognitiva comportamental estuda o assunto

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A Fobia social (também chamada de transtorno de ansiedade social) tem sido transcrita como um transtorno altamente prevalente na população geral, de curso crônico e que traz muito sofrimento e perdas de oportunidades para seus portadores.

A terapia cognitiva comportamental (TCC) e a modalidade não farmacológica mais estudada na fobia social e a sua eficácia foi demostrada em um grande número de investigações, importante técnica cognitiva e comportamental no tratamento da fobia social se dá a restruturação cognitiva, exposição, treinos de habilidades e técnicas de relaxamento voltadas para combinações das aplicações de TCC.

 

Os objetivos da terapia na Fobia Social

Seus objetivos são: diminuir a ansiedade antecipatória que antecede as situações sociais temidas, reduzir os sintomas fisiológicos de ansiedade associados, diminui as cognições de avaliação negativa e de avaliação negativa pelos outros, diminui a evitação social, trata-se de co-morbidades, diminuir as limitações do paciente e melhora a qualidade de vida.

Para atingir esses objetivos faz se necessária uma abordagem integrada alinhando o tratamento farmacológico, indicado à terapia cognitiva comportamental, diversas intervenções demonstram sua eficácia e estão atualmente disponíveis para pacientes com fobia social, seja ela limitada (um ou dois medos) ou generalizada.

 

Fobia social restrita

No caso de fobia social restrita, a indicação de exposição sistemática isolada tem se mostrado eficaz, não apresenta para efeitos e tem mesma chance de recaídas.

Já na generalizada cujos casos são muito incapacitantes mais prevalente em amostras clínicas, chagando a 80% em algumas amostras (nos quais 50% são casos graves com taxas de co-morbidades de 70% a 80%), a combinação das técnicas cognitivas e comportamentais apresenta melhores resultados, nesse caso a associação de fármacos pode se crucial nos tratamentos mais agressivos

 

Tempo médio de tratamento

O tempo de tratamento com TCC na fobia social está descrito de 12 a 16 sessões efetivas com frequências semanais, em grupo ou individualmente.

Na fobia social generalizada, se inicia o tratamento mais tarde, pois o pacientes apresentam maior numero e gravidade de sintomas, costumam ser mais difuso e com maiores taxas de co-morbidades, agravando o quadro clinico e suas repercussões, muitos apresentam com casos de personalidade de esquiva que sinaliza os caso mais graves de sequência de ansiedade social, coma experiência clinica a resposta ao tratamento padrão costuma ser limitada.

 

Caso Clínico

Maria, 25 anos universitária, foi encaminha para terapia congnitiva-comportamental após tentativa de suicídio por ingestão de medicamento antidepressivos na avaliação apresentava os seguintes diagnostico de EIXO 1 FOBIA SOCIALGENERALIZADA E DEPRESSÃO.

Maior atípica. Com traços evitativos e obsessivos de personalidade e uso abusivo de álcool. Apesar do uso regular de medicamento por mais de um ano não sentia melhoras de seus sintomas de ansiedade social e depressivos, e por isso tentou o suicídio.

Primogênita, nasceu de parto prematuro com baixo peso, aos dois anos foi colocada no maternal e até os quatros anos de idade chorava diariamente quando a mãe a deixava na escola.

Desde pequena foi uma criança tímida, retraída e com dificuldade de relacionamento, fez sua primeira psicoterapia aos sete anos por não se sentir compreendida afetivamente, o pai tinha histórico de depressão, agressividade com os filhos.

A mãe era exigente, crítica e perfeccionista, aos 13 anos Maria começou na escola, repetência, uso abusivo de álcool.

 

Fala do doutor Dráuzio Valera:

“Depressão e uma doença muito séria, se não for tratada adequadamente interfere no dia a dia das pessoas e compromete a qualidade de vida.”

 

A Maria desencadeia a depressão na infância e ela teve vários fatores para isso. Segundo uma pesquisa do Dráuzio Valera existem vários fatores que desencadeia risco de quadro depressivo em crianças.

No entanto na maioria dos casos existe um componente hereditário genético, mas significante. Filhos de pais depressivos, ou parentes próximos têm 50% de chance de ter. E a depressão infantil geralmente é mais grave por isso a criança deve ser tratada o mais rápido possível.

Considerações finais sobre o caso

Resumindo, a nossa paciente teve um ambiente propício para desencadear o quadro depressivo por causa do pai que agressivo, tendo uma mãe brava.

Porém aos sete anos tivesse feito um tratamento correto teria se tornado uma adulta sem problemas.

 

 Avaliação do Paciente

 A análise funcional e a formulação de cada caso ,com investigação cuidadosa com base nos princípios de conceitualização de Beck.

O que é fundamental para planejamento e a escolha das técnicas cognitiva -comportamentais a serem aplicada com cada paciente.

Devemos investigar de forma sistemática os seguintes aspectos:

  • 1- identificar os estímulos, fazendo inventários dos desencadeantes dos sistemas ou sejas todas situações.

Ex: Fazer compras, ir ao restaurante.

 

  • 2- Variáveis do organismo: levantar dados da história pessoal do paciente, como suas vulnerabilidades biológicas e psicológicas, experiências familiares sociais, afetivas e sexuais.

Ex: Paciente com história de inibição comportamental que evolui para timidez e ansiedade de separação na infância, e na adolescência começa a ter dificuldades mais sérias de interação social, abuso de álcool e episódios depressivos.

 

  • 3- As respostas do pacientes devem ser avaliadas em seus três níveis:
  1. I) Nível somático autonômico, fisiológico emocional ou afetivo.

Ex: Taquicardia, sudorese, tremores nas mãos ao tomar café em público, rubor facial, náuseas.

II)Nível cognitivo: Identifica os pensamentos automáticos distorcidos.

Ex: “Sinto-me tão diferente dos outros que não posso abrir a boca para nada.”

“Sou uma pessoa tão desajeitada que ninguém jamais vai querer conversar comigo nessa festa.”

III) Nível comportamental: Fazer um levantamento de todas as condutas.

Ex: Evitar ir a festas ou fazer compra sozinha, sair somente com pessoas do mesmo sexo.

  • 4- Consequências: O paciente teme exposição na sociedade, se sente ridicularizado em público ou se tratar com desdém de si, e quando é evitado se sente aliviado por não ter que passar por essa exposição, mas isso não tem ajudado o paciente, pois contando com essa esquiva só aumenta mais e mais a fobia social que ele já vem sofrendo.

Embora no momento se sinta aliviado, e com baixa ansiedade ele acaba sendo prejudicado constantemente.

 

  • 5- Motivação do paciente: A técnica da TCC é feita diretamente ativa com o paciente.

A fobia social, para a TCC é vista como baixa motivação, e ela tem de aumentar com início da terapia, é um exemplo básico de ver a luz no fim do túnel com uma melhora significante, pois o paciente quando está deprimido ele não consegue ver nada além de sua tristeza e solidão, e com acompanhamento terapêutico consegue ver uma claridade bem longe, não que isso faça com que o paciente esqueça suas dúvidas.

 

  • 6- Fatores Ambientais: Deve-se investigar e colher o máximo de informações, sobre sua vida afetiva, com amigos, trabalho, familiares, etc.

Uma vez que o paciente tenha um pequeno grupo de amigos ou contatos com os familiares, mostra que estamos tratando um indivíduo relevante, com mais facilidade de aceitação a sociedade, visto como um paciente com fobia social, mas que consegue manter um contato com pessoas, por mais que pense muitas vezes em desistir de trabalhar, se mantem forte a esses pensamentos.

Diferente do indivíduo que não trabalha, que mora sozinho e sem amigos, nem um contato com a sociedade, é considerável um tratamento mais adequado para esse tipo de postura insolada.

 

  • 7- Habilidades Sociais: Qualquer paciente que tem fobia social deve ser avaliado quanto suas habilidades sociais, como começar uma conversa, elogiar e criticar, perguntar, defender seus direitos.

No caso da nossa paciente, ela não se sentia capaz de apresentar-se para os colegas, sair e frequentar festas.

 

  • 8- Aparência Pessoal: Essa parte lida com o aspecto físico do paciente, como a nossa paciente que coloca o cabelo na frente do rosto com vergonha, colocava roupas pouco femininas.

 

Avaliação Inicial – Diagrama de Conceitualização Cognitiva

 Dados relevantes da infância: Timidez, ansiedade de separação (2,4 anos), mãe exigente, crítica e perfeccionista, pai agressivo.

Crenças Centrais: Sou diferente, inadequada, sou anormal, sou incompetente.

Crenças Condicionais, Regras: Se eu for avaliada, serei rejeitada, se evitar a avaliação ficarei bem. Se eu fizer algo, terá que ser perfeito. Preciso parecer normal, do contrário serei anormal.

Estratégias Compensatórias: Perfeccionismo, evitação marcada, isolamento social, abuso de álcool.

 

Situação 1

Apresentar um trabalho

Pensamento automático: Serei avaliada e rejeitada.

Significado do PA: Sou diferente, sou anormal.

Emoção: Ansiedade e tristeza.

Comportamento: Evita contato com colegas, perfeccionista.

 

Situação 2

Tomar um café

Pensamento automático: Perceberão minha ansiedade.

Significado do PA: Sou diferente.

Emoção: Ansiedade e vergonha.

Comportamento: Senta em uma mesa isolada.

 

Situação 3

Ir ás compras

Pensamento automático: Não posso dizer não.

Significado do PA (pensamentos automáticos): Sou incompetente.

Emoção: Ansiedade e vergonha.

Comportamento: Só compra com a mãe.

 

O paciente fazer o tratamento recomendado e junto com o terapeuta trabalhar com bastante esforço conseguira se recuperar totalmente. Serão de doze a dezesseis sessões, que pode ser feita terapia em grupo ou individual.

Qualquer problema relacionado a transtornos da mente pode ser resolvido, é só o paciente querer melhorar e procurar ajuda.

 

Vídeo | Diferenças entre timidez e fobia social com a Psiquiatra Maria Fernanda Caliani

Banco Rural | Vagas de emprego, trabalhe conosco em estágio e jovem aprendiz

O Banco Rural foi fundado em 1964 e liquidado em 2013 e construiu uma história de muitas realizações na produção agrícola do país. A instituição financeira era privada e controlada pela família Rabello.

Sua melhor posição no ranking de bancos privados ativos do Banco Central, foi em 2005 quando obteve a 18ª posição entre os 40 maiores bancos brasileiros.

Mas diante de inúmeros escândalos de corrupção em 2006 o banco começou a perder sua credibilidade e ativos, até ter sua liquidação extrajudicial em agosto de 2013, decretada pelo Banco Central.

História do Banco Rural

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O banco mineiro foi criado para estimular o crédito entre o meio agropecuário e agrícola de Minas Gerais e de todo o Brasil. Privado e com agências, sucursais e pontos de atendimento espalhados por todo o país, o Banco Rural possuía facilidades de crédito para pequenas empresas e empreendedores.

Já foi um dos principais bancos mineiros, com inúmeros ativos do Estado e com investimentos em infraestrutura e negócios que incrementaram a região. Apesar do foco rural, o banco também oferecia crédito para outros tipos de empreendimentos e foi um grande incentivador da economia do Estado.

Seu principal foco era pessoa jurídica com créditos específicos para incrementar a gestão do fluxo de caixa, otimização de capital de giro e qualquer outro tipo de necessidade financeira. Com a retomada do crédito pelos brasileiros, o Banco ganhou mais gás por oferecer o produto certo.

Apesar do nome, a maior parte das agências do Banco Rural eram em grandes centros urbanos. Mesmo assim, o crédito para produtor rural era dos mais procurados. Com condições especiais, inclusive para o trabalhador rural sem registro em carteira, com taxas de juros muito mais acessíveis e adequadas a realidade da pessoa.

Outros tipos de empréstimos como conta garantida, desconto de duplicatas, desconto de cheques, capital de giro para empresas, crédito consignado, crédito para pessoa jurídica e muito mais.

O Conglomerado Financeiro Rural abrange o Banco Rural de Investimentos S.A, o Banco Rural Mais S.A., o Banco Simples S.A. e a Rural Distribuidora de Títulos e Valores Imobiliários S.A.

 

O Mensalão

O Banco Rural foi envolvido no escândalo do Mensalão, por ter contas suas utilizadas para corrupção. A estrutura foi organizada pelos próprios dirigentes do banco, onde os benefícios financeiros do esquema eram recebidos pelos beneficiários. A lavagem de dinheiro era sofisticada, porém simples e durou mais de dois anos.

O Mensalão era a compra de votos de parlamentares no Congresso Nacional, entre os anos de 2005 e 2006. E em 2012 seus principais dirigentes foram condenados, como Kátia Rabello dona do banco, Vinícius Samarane, vice presidente e José Roberto Salgado ex-vice-presidente. Eles receberam as penas mais duras em crimes financeiros realizados no Brasil.

O nome do banco já havia sido mencionado também no mensalão tucano e na CPI dos precatórios, sem haver provas e condenações.

Por conta desses escândalos, grande parte de seus ativos debandaram, com receio não só da saúde financeira do banco, mas também de terem seus nomes revelados em algum outro escândalo.

Dicas de bancos para trabalhar

O portal de conteúdo Autônomo Brasil, disponibiliza em sua seção: Dicas de emprego e estágio, diversas dicas de bancos para você se candidatar.

Veja em destaque:

Estágio Corporativo Itaú Unibanco

Trabalhe conosco Banco Tribanco

Como montar uma revenda de lingeries

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Lingerie é um excelente produto, pois não há crise que afete a compra deste item tão importante para as mulheres. Mas para abrir uma revenda de lingerie é preciso antes fazer uma boa pesquisa de campo e investir bastante tempo no planejamento.

Existem várias formas de abrir uma revenda de lingeries. Com venda em domicílio, a partir de uma loja virtual ou com uma loja tradicional. Independente da forma, os passos são praticamente os mesmos. Por isso, separamos aqui algumas dicas para ajudar quem ainda não sabe por onde começar.

  1. Defina o seu público-alvo

Não, lingerie não é tudo igual. Existem diferentes segmentos de roupas íntimas e sua revenda de lingerie deve definir primeiro que tipo de público deseja atingir. Para isso, é preciso fazer algumas perguntas:

* Qual o hábito de compra do público que deseja atingir?

* Onde mora?

* Qual o valor médio que costuma gastar com lingerie?

* Que estilo gosta mais? Cores, modelos, marcas…

E tudo que tenha a ver com a forma como sua revenda de lingerie vai funcionar, como idade, perfil social, etc.

  1. Investimento inicial

Quanto de capital você possui para investir na abertura de sua revenda de lingerie? Vai utilizar valores próprios? Pegar um empréstimo? Esta decisão é que vai ser a responsável por definir onde sua loja ficará e outras coisas. Leve sempre em conta que vai ter que comprar mercadoria, pagar aluguel de espaço, contratar pessoas e investir em propaganda.

  1. Escolha o local

Isso vale para lojas físicas, mas o mesmo processo vale para lojas online ou em domicílio. Você precisa ter informações de onde seu público-alvo transita, tanto na vida real quanto online. Quais bairros frequenta, onde mora e por aí vai.

Além disso, se a loja for física é preciso verificar detalhes como onde suas clientes vão estacionar, segurança, horário de funcionamento, etc. Não esqueça que também vai ter que escolher toda a comunicação visual da sua loja, sempre de acordo com o público que quer atingir.

  1. Qual será o nome da sua loja?

Lembre-se que isto vai fazer muita diferença. Pesquise para saber se não há lojas com o mesmo nome, escolha o melhor e encare o desafio de ter sua própria revenda de lingerie.

Conheça a Lista Ouro de Fornecedores

E se você deseja aumentar com qualidade seus contatos, com fornecedores de lingerie e moda intima em geral, será importante que você conheça o novo projeto do site https://autonomobrasil.com.

O projeto Lista Ouro, funciona como um consultor de fornecedores e fabricantes para o seu negócio. Através de uma área de membros, você poderá consultar todos os contatos selecionados disponíveis, e também aproveitar os novos contatos inseridos mensalmente na plataforma.

Veja mais detalhes no vídeo:

Dudalina queria vender camisa masculina, mas…

A estratégia da empresa sempre focada em vender a famosa camisa masculina Dudalina, mas com uma estratégia arrojada em 2010, vinda de sua executiva Sônia Hess, presidenta e filha dos fundadores, a camisa feminina Dudalina passou a ser a queridinha das executivas Brasileiras e recordista vendas da marca.

 

Tudo se inicia em meados de 1950

Na verdade, as camisas e a marca Dudalina surgirão de um erro.

Tudo começa com um casal muito apaixonado e com uma missão: Ter em sua casa 20 filhos fruto de sua união.

E para começar bem a união, o casal seu Duda (apelido) e dona Adelina, resolvem em 1953 comprar uma comercio de secos e molhados (armazém), que na época vendia de tudo, desde remédio para dor de dente até roupas e acessórios.

Dona Adelina sempre foi a cabeça do negócio, mas na gravides de seu sétimo filho teve que se ausentar um pouco do comando e foi aí onde tudo começou.

 

Seu Duda comete um erro e surgiria a Dudalina

Todas as compras de produtos na época para repor o estoque, tinha que ser feitas um pouco longe do comercio da família, e sempre dona Adelina estava presente para as negociações.

Como neste mês dona Adelina estava preste a ganhar seu sétimo filho, seu Duda foi sozinho e logo cometeria o maior acerto de sua vida!

Na verdade, por dois anos eles consideraram a decisão de seu Duda um erro!

Em sua compra de reposição de mercadoria, seu Duda foi convencido por um de seus fornecedores a levar consigo um lote de tecidos para a venda no armazém.

Os argumentos do fornecedor foram os melhores, sendo que ele poderia também apagar em dois anos todo o lote levado.

Só que com pouca visão de negócios, seu Duda viu o tecido ficar encalhado sem vender no armazém por dois anos.

 

Dona Adelina resolve empreender

Incomodada com a situação e prejuízo dos tecidos encalhados, Adelina resolve fazer um curso de corte e costura com o objetivo de criar camisas masculinas.

Apôs alguns meses ela e mais duas mulheres começam a fabricar aquelas que seriam as primeiras camisas masculinas Dudalina.

Em pouco tempo o negócio de costura deu muito certo e com a junção do nome seu Duda + Adelina, nascia a mundialmente famosa empresa Dudalina.

 

Conheça em detalhes essa história

Abaixo deixamos três vídeos relevantes sobre a criação e sucesso da marca ao longo de todos esses anos.

O primeiro vídeo conta a história de superação de Sônia Hess, filha dos fundadores que assumiu a presidência da empresa com muito sucesso e inovação.

No segundo vídeo, Rui Hess, executivo e também filho dos fundadores, conta curiosidades da empresa e retrata porque o slogan é: amor as pessoas e a camisa!

No terceiro vídeo veja como as camisas da marca são desenvolvidas e fabricadas, obedecendo um criterioso processo de qualidade.

 

Camisa social feminina Dudalina

A queridinha das executivas brasileiras esbanja estilo em coleções diversas da marca.

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Camisa social masculina Dudalina

As camisas sociais Dudalina são sinônimo de prestigio, estilo e qualidade.

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Estilo casual com a linha de camisas Polo

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